Chegou a hora de investir em imóveis.

19 de dezembro de 2017, Autor: admin

Vacância e estoques elevados geram oportunidades no mercado imobiliário.

Será que vale a pena comprar imóveis agora que os preços começaram a baixar e o mercado aparentemente se estabilizou?

Nós estamos em dezembro de 2018 e a economia brasileira já dá sinais de recuperação. A inflação caiu bastante e alguns setores, como o de automóveis, parecem estar ganhando fôlego.

Nesse cenário, no entanto, o mercado imobiliário segue com grandes estoques. Nas metrópoles, especialistas apontam que existe uma oferta 80% superior à considerada normal. E eu acredito nisso, pois viajo muito o país e é bem comum ver placas de Vende-se e Aluga-se, até em pontos comerciais que nunca estiveram vazios.

Isso significa que a pessoa que tem um valor para investir em um imóvel deve aproveitar o momento para barganhar. Como a oferta está muito grande em relação a demanda, com dinheiro em mãos é possível fazer uma compra entre 30 a 50% abaixo do valor que está sendo pleiteado, ofertado ou anunciado. Isso acontece, porque o imóvel está à venda, muitas vezes, há anos e o proprietário está tendo que arcar com todas diversas despesas, como IPTU e condomínio. Como a conta, certamente, está negativa, então é muito melhor reduzir o valor do imóvel e se libertar dessa dívida e, então, colocar o dinheiro do negócio no mercado financeiro, para recuperar o tempo perdido ao invés de sustentar um imóvel vazio.

Mas, dentro deste contexto, uma dúvida comum é: se o atual proprietário não está conseguindo alugar, por que a pessoa deve comprar para investir? Se a compra é pensando em locação, pode valer a pena se a pessoa conseguir um grande desconto na compra. Ou seja, pode valer a pena aguentar um período sem a renda do aluguel, até que o mercado imobiliário volte a ganhar vigor e seja possível alugar por um preço interessante, ou, ainda, trocar de inquilino no decorrer do período para ganhar na valorização que o imóvel terá, afinal de contas, a compra foi barata.

Mas se a aquisição for para morar e não investir, vale a dica anterior: com recurso em caixa, financiamento liberado ou carta de crédito, ofereça entre 30% a menos do que o valor de anúncio, porque boas negociações podem surgir.  Há também todas as despesas de cartório e documentação, advogados despesas de corretagem e eventuais reformas ou montagem, principalmente em caso de imóvel novo.

 

E então . . . Vamos às compras?

 

 

Fonte: Revista Exame

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